Nem todo corrimento significa doença
O corrimento vaginal pode variar ao longo do ciclo menstrual e, em muitos momentos, isso faz parte da fisiologia. O problema é quando a secreção muda de cor, cheiro, quantidade ou passa a vir com coceira, ardor ou dor. Nesses casos, a avaliação ginecológica ajuda a entender o que está acontecendo.
Se você precisa seguir para consulta, a página de Ginecologia já direciona para a especialidade.
Como diferenciar os tipos mais comuns
- Transparente ou esbranquiçado sem cheiro forte: muitas vezes pode ser fisiológico
- Amarelo: pode indicar inflamação ou infecção e merece atenção
- Esverdeado: costuma levantar suspeita de infecção e pede avaliação
- Marrom ou com sangue: pode estar ligado ao ciclo, mas às vezes precisa investigação
- Branco grumoso com coceira: pode aparecer em candidíase
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Links úteis para sintomas específicos
Se o seu caso se aproxima de um padrão específico, estes conteúdos podem ajudar antes da consulta: corrimento amarelo, corrimento verde e corrimento marrom.
Quando procurar ginecologista
Procure avaliação se houver cheiro forte, coceira, ardor, dor, recorrência ou qualquer mudança importante que fuja do seu padrão. O objetivo é identificar a causa e tratar corretamente, sem tentativa e erro em casa.
Entender os tipos de corrimento ajuda a observar sinais de alerta, mas não substitui a consulta. Se a secreção mudou ou vem com desconforto, agende avaliação em Ginecologia.
