COVID – Aumento de casos com as festas de final de ano

Em 7 de janeiro, completam-se três anos desde a confirmação de um novo tipo de coronavírus, na China. Antes disso, no fim de dezembro de 2019, os primeiros casos da doença já começavam a aparecer no país. De lá para cá, a Covid-19 espalhou-se pelo mundo e trouxe inúmeras mudanças no cotidiano das pessoas.   […]

Central de Consultas

jan 04, 2023

Em 7 de janeiro, completam-se três anos desde a confirmação de um novo tipo de coronavírus, na China. Antes disso, no fim de dezembro de 2019, os primeiros casos da doença já começavam a aparecer no país. De lá para cá, a Covid-19 espalhou-se pelo mundo e trouxe inúmeras mudanças no cotidiano das pessoas.

 

No Brasil, as estatísticas da pandemia variaram bastante desde a chegada do vírus, em fevereiro de 2020. Os elevados números de novos casos e óbitos dos primeiros meses começaram a sofrer queda, com o passar do tempo. Os principais motivos disso foram o início da vacinação, em 2021, e as doses de reforço, em 2022. 

 

Mas, apesar de a disseminação da Covid ter reduzido muito desde o início da pandemia, manter certos cuidados ainda é necessário. A razão é porque, com o vírus em circulação, novas variantes podem surgir. O coronavírus tem uma estrutura simples, o que facilita a sua rápida mutação e proporciona alta transmissibilidade. 

 

Algumas novas cepas estão circulando pelo mundo e, inclusive, já chegaram no Brasil. Em especial a BQ.1, uma sublinhagem da variante Ômicron, em transmissão pelo país desde outubro de 2022. 

 

Leia mais: Covid-19: Saiba mais sobre a variante Ômicron BQ.1 e BE.9 

Variante Ômicron: entenda melhor do vírus da COVID

 

Além disso, o fim de 2022 foi marcado por um crescimento expressivo no número de novos casos na China. Isso ocorreu após o encerramento das medidas sanitárias de “Covid zero” no país asiático. A situação deixa o resto do mundo em alerta para uma possível nova onda de coronavírus em 2023. Mas, até o momento, não há um surto de contágio do vírus no Brasil

 

SITUAÇÃO DA COVID-19 NO BRASIL NO FIM DE 2022 E INÍCIO DE 2023

 

No final do ano, existe a preocupação das autoridades e profissionais de saúde com a alta de contaminações e internações. É porque as festas de Natal e Ano Novo e as férias aumentam as aglomerações. Também, porque depois de três anos de pandemia e da vacinação, o relaxamento com alguns cuidados básicos é muito comum. 

 

O aumento das infecções e mortes por coronavírus no fim de dezembro realmente foi observado em alguns dias. Mas, os números também oscilaram e sofreram quedas nesse período, de acordo com os dados do Ministério da Saúde.     

 

O último dia com estatísticas da Covid registradas, antes do Natal, foi 22 de dezembro, quando houve a confirmação de 48.404 novos casos. Em 23, 24 e 25, as contaminações não foram contabilizadas individualmente, mas a soma dos três dias chegou a 31.492.

 

A queda desse período pode ser explicada pela falta de atualização dos dados na véspera e no feriado de 25/12. A consequência disso foi o disparo de novos casos em 26/12: 66.052, o maior registro desde 20 de dezembro. 

 

Apesar da alta de novos casos logo após o Natal, no dia seguinte os números caíram para quase a metade (35.898). No dia 28, houve um leve aumento, chegando a 38.434 novas pessoas infectadas. Contudo, nos dois últimos dias registrados antes do Ano Novo, 29 e 30, os números voltaram a cair (37.694 e 28.866, respectivamente).   

 

As mortes, entretanto, tiveram um aumento entre 26 e 28 de dezembro. Nos três dias não-contabilizados (23, 24 e 25), ocorreram 91 óbitos de Covid. Esse número disparou para 226 (26/12), chegou a 230 (27/12) e teve mais um salto, desta vez para 363 (28/12). 

 

Todavia, os óbitos voltaram a cair nos dois dias seguintes, reduzindo mais do que a metade do dia 28. Em 29 de dezembro, foram registradas 172 mortes por Covid-19. Dia 30, o número diminuiu para 119.

 

Na véspera de Ano Novo e no dia 1 de janeiro de 2023 não houve atualização dos dados pelo Ministério da Saúde. Entretanto, segundo o consórcio de veículos de imprensa, ocorreram 37 óbitos no dia 31. Dia 1º, esse número caiu para 8, devido à ausência de atualização das secretarias estaduais de saúde no feriado. Contudo, em 02/01, 83 óbitos foram registrados e, em 03/01, o número saltou para 203. 

 

Já os novos casos contabilizados, nesses três dias (31 de dezembro de 2022 e 1 e 2 de janeiro de 2023), chegaram a 31.085. Destas, mais de 5 mil ocorreram só no Rio Grande do Sul (5.456). 

 

NÚMEROS DA COVID-19 NO RIO GRANDE DO SUL APÓS AS FESTAS DE FIM DE ANO

 

No RS, a Secretaria de Saúde não registrou novos dados sobre o coronavírus entre os dias 23 e 25 de dezembro. O que resultou em alta no número de infecções no dia 26. De 6.510 novos casos, no dia 22, há um salto para 14.425 após o Natal. 

 

Porém, nos dois dias subsequentes, é registrada queda (6.364 e, depois, 5.998). Em 29/12, existe um leve crescimento para 6.163, mas volta a cair no dia 30, agora para 5.925. 

 

Já as mortes por coronavírus no Rio Grande do Sul apresentaram tendência de alta na semana após o Natal. Até 26/12, a média móvel esteve abaixo de 10, algo que era observado desde 16 de setembro. 

 

Entre 27 de dezembro de 2022 e 2 de janeiro de 2023, esse número foi sempre igual ou maior do que 10. No dia 30, a média móvel de óbitos chegou a 12, a mais alta desde 15 de setembro de 2022. Estes dados correspondem ao cálculo da média de mortes no período de uma semana (data atual + seis dias anteriores).  

 

Durante o último ano, o Rio Grande do Sul teve aumento no número de casos confirmados de Covid. Ao todo, foram 1.403.581 novas contaminações, um crescimento de 29,1% em comparação a 2021, que teve 995.563 novos casos. Esse fato pode ter relação com o fim do isolamento social e a flexibilização de medidas sanitárias de combate ao vírus. 

 

Entretanto, as mortes pela doença despencaram no estado. Foram 4.990 óbitos em 2022 contra os 27.282 registrados em 2021, ou seja, uma redução de 81,7%. O que ajuda a explicar esses dados é uma maior cobertura vacinal da população (pelo menos, com as duas primeiras doses) durante todo o último ano. 

 

ESTATÍSTICAS DE CORONAVÍRUS NO RS

 

O Rio Grande do Sul é terceiro lugar em número de infecções desde o início da pandemia, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. No número de mortes, o estado cai para a quinta posição, sendo superado por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Até o dia 3 de janeiro de 2023, foram contabilizadas 2.905.566 contaminações e 41.533 óbitos em solo gaúcho. 

 

A vacinação no estado continua avançando. Até o momento, 89,2% da população total já recebeu, pelo menos, a primeira dose da vacina. A porcentagem de pessoas com o esquema vacinal primário (duas doses ou dose única) é um pouco mais baixo, correspondendo a 83%.

 

Os números caem bastante quando as doses de reforço são consideradas. Por enquanto, somente 55,2% dos gaúchos estão com o esquema vacinal completo (duas doses + duas aplicações de reforço). 

 

COMO IMPEDIR O AVANÇO DA COVID EM 2023

 

Para conter a transmissão do vírus, é essencial manter hábitos básicos de higiene, como:

  • Lavar bem as mãos com água e sabão antes das refeições, após ir ao banheiro e ao tocar em corrimões, maçanetas e objetos similares;
  • Utilizar álcool gel;
  • Evitar levar as mãos à boca, nariz ou olhos;

 

Além da Covid, esses cuidados protegem contra diversas doenças virais e bacterianas.

 

Manter-se longe de aglomerações em ambientes fechados também é outra medida recomendada. Quando não for possível, deixe os ambientes bem arejados, abrindo portas e janelas, e use máscara.

 

Por fim, é extremamente necessário completar a vacinação, incluindo o reforço. Caso você ainda não tenha tomado todas as doses recomendadas, procure a unidade de saúde mais próxima e vacine-se. É a melhor forma de reduzir a circulação do coronavírus e o surgimento de novas cepas.

 

Leia mais: Vacina contra Covid-19: o que você precisa saber!

 

ATENDIMENTO MÉDICO EM CASO DE COVID-19

 

Ao apresentar sintomas do vírus ou entrar em contato com alguém infectado, é necessário fazer o teste de Covid e iniciar uma quarentena. Além disso, buscar ajuda médica rapidamente é uma importante medida para evitar internações e mortes

 

Receber atendimento médico precocemente impede que quadros graves de Covid com sinais leves no início passem despercebidos. Ainda, apenas um profissional saberá como amenizar os sintomas, já que a automedicação não é recomendada e, inclusive, pode piorá-los.  

 

Na Central de Consultas, você pode fazer consultas presenciais ou através da telemedicina. Para a modalidade presencial, procure uma das clínicas presentes em Porto Alegre, Canoas, Alvorada, Gravataí ou Cachoeirinha. Atendimento de qualidade, com profissionais capacitados, que vão encontrar o melhor tratamento para o seu diagnóstico. 

 

Mas, se você preferir, pode realizar uma consulta online. O atendimento de telemedicina é feito por Whatsapp com Clínico Geral

 

A consulta online tem vários benefícios, principalmente, para quem está com sintomas de coronavírus. Nela, é possível ser atendido no conforto de casa, uma vantagem para pessoas que estão em isolamento. Assim, você ajuda a reduzir os riscos de transmissão do vírus, caso haja infecção.  

 

Além disso, é possível fazer uma consulta onde você estiver, mesmo nas férias, na praia ou em outra cidade. É muito prático, seguro e rápido, pois evita filas e salas de espera. 

 

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