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Outubro Rosa: como prevenir o câncer de mama?

O QUE É O OUTUBRO ROSA?

 

Outubro Rosa é uma campanha para a conscientização e prevenção ao câncer de mama. A iniciativa foi criada nos Estados Unidos, em 1990, durante a Corrida pela Cura. Na ocasião, Nancy Brinker, da Fundação Susan G. Komen for the Cure, distribuiu laços rosas aos corredores. Essa atitude foi uma homenagem a sua irmã que havia falecido pela doença.

 

No Brasil, a campanha Outubro Rosa ganhou notoriedade na década de 2000. A primeira iniciativa ocorreu em 2002, em São Paulo, com a iluminação do Obelisco do Ibirapuera na cor rosa. Nos anos seguintes, a campanha foi se popularizando no país e, em 2010, recebeu adesão do INCA (Instituto Nacional do Câncer).

 

Já em 2018, o Governo Federal instituiu a lei nº 13.733. A legislação dispõe sobre as atividades a serem realizadas no Outubro Rosa. Por exemplo, iluminação de prédios públicos com luzes rosa e eventos, atividades educativas e campanhas de mídia para conscientização ao câncer de mama.

 

O QUE É CÂNCER DE MAMA?

 

O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum em mulheres no mundo. No Brasil, é o segundo cancro que mais atinge a população feminina, atrás do tumor de pele não melanoma. Ainda assim, é o câncer que mais mata mulheres no país.

 

A doença ocorre quando células anormais da mama se multiplicam de forma desordenada até o surgimento de um tumor maligno.

 

O câncer se instala nos ductos lactíferos (tubos que transportam leite materno) ou nos lóbulos mamários (glândulas produtoras de leite), mais frequentemente. Entretanto, existem tumores raros que atingem estroma mamário (tecido de sustentação da mama), mamilo, aréola, sistema linfático ou vasos sanguíneos.

 

Em estágio avançado, o cancro na mama também pode se espalhar para outros órgãos, processo chamado de metástase.

 

O câncer de mama atinge principalmente mulheres acima dos 50 anos de idade. Contudo, também pode se manifestar em mulheres mais jovens. Há, ainda, a possibilidade de câncer de mama masculino, o que corresponde a 1% do total de casos da doença.

 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DE CÂNCER DE MAMA?

 

O principal sintoma de câncer de mama é o nódulo (caroço) no seio, mamilo, axila ou aréola. Geralmente, o nódulo é duro, fixo e não causa dor.

 

O câncer também causa alterações na aparência da mama, como, por exemplo:

  • Vermelhidão;
  • Enrugamento e ondulação (aspecto de casca de laranja);
  • Deformação e alteração no contorno;
  • Endurecimento;
  • Espessamento;
  • Inchaço;
  • Alteração no tamanho;
  • Descamação da pele do seio, ao redor do mamilo ou da aréola;
  • Surgimento de pequenas feridas e sangramento da pele.

 

Também podem surgir alterações nos mamilos, tais como:

  • Retração ou desvio;
  • Hipersensibilidade;
  • Perda espontânea de secreção (branca, rosada ou avermelhada).

 

Fique atenta aos sintomas citados acima. Ao surgir qualquer sinal suspeito de câncer e outras doenças mamárias, procure um médico ginecologista ou mastologista.

 

Na Central de Consultas, você agenda um atendimento de Ginecologia pelo site centraldeconsultas.med.br ou telefone e WhatsApp (51) 3227-1515.

 

Leia mais: Câncer de mama: sintomas, tipos, tratamento e prevenção

 

QUAIS SÃO OS FATORES DE RISCO PARA CÂNCER DE MAMA?

 

Existem algumas características que aumentam os riscos de câncer de mama. Como dito anteriormente, a doença é mais recorrente em mulheres acima dos 50 anos de idade.

 

Além disso, o principal sinal de alerta para o câncer mamário é a predisposição genética. Portanto, é necessário ficar atenta a:

  • Histórico familiar de câncer de mama em parentes de primeiro grau (mãe, irmã, filha), principalmente antes dos 50 anos;
  • Histórico familiar de câncer de mama masculino;
  • Histórico familiar de câncer de ovário.

 

Diagnóstico anterior de câncer de ovário ou de outro câncer de mama, em qualquer idade, também representam riscos.

 

Ademais, o cancro na mama está relacionado à desregulação dos hormônios femininos, principalmente do estrogênio. Assim, primeira menstruação antes dos 12 anos e menopausa após os 50 anos são outros fatores de risco. Além disso, uso prolongado de anticoncepcionais hormonais e TRH (terapia de reposição hormonal) também podem contribuir para a formação de tumor maligno.

 

Outras características que aumentam os riscos de câncer de mama são:

  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Nuliparidade (não ter filhos biológicos, incluindo mulheres que sofreram abortos);
  • Não ter amamentado;
  • Consumo frequente de álcool;
  • Tabagismo;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade e sobrepeso (principalmente depois da menopausa);
  • Consumo excessivo de gordura;
  • Exposição frequente à radiação ionizante (especialmente em tratamento de radioterapia no tórax);
  • Hiperplasia nas mamas (crescimento descontrolado de células das mamas).

 

Como dito anteriormente, o tumor mamário também atinge homens, embora seja muito raro. O principal fator de risco do câncer de mama masculino é a Síndrome de Klinefelter. Outros sinais de alerta são alterações nos testículos, aumento do tecido mamário, exposição à radiação, alcoolismo e idade avançada (mais de 70 anos).

 

Os altos níveis de estrogênio em homens também aumentam as chances de formação de tumor nas mamas. Isso inclui tratamentos hormonais para câncer de próstata, obesidade e doença hepática, causas que elevam esse hormônio no sangue. Por fim, histórico familiar de câncer de mama (feminino ou masculino) é outro fator de risco.

 

QUAL É O TRATAMENTO PARA CÂNCER DE MAMA?

 

O tratamento do câncer de mama depende do tipo e evolução do tumor. Um dos procedimentos mais comuns é a cirurgia. Esta pode ser conservadora (quadrantectomia), quando apenas o tumor e uma parte do tecido da mama são retirados.

 

Há também a mastectomia, cirurgia de remoção total do seio, além do tecido mamário e outros tecidos próximos. Em alguns casos, é feita a mastectomia dupla, isto é, a retirada total das duas mamas. Consequentemente, pode ser realizada a cirurgia de reconstrução mamária, após a quadrantectomia, mastectomia ou mastectomia dupla. Esse procedimento pode ser imediato (logo depois da retirada do tumor) ou posterior.

 

Em caso de câncer no sistema linfático, médicos realizam a cirurgia de remoção de linfonodos axilares.

 

Existe também outro tipo de mastectomia, chamada mastectomia preventiva ou profilática. Isto é, a retirada dos seios, antes do surgimento do tumor, em mulheres com alto risco de câncer de mama. Entretanto, a cirurgia só pode ser feita com prescrição médica.

 

Médicos ainda podem tratar câncer de mama com quimioterapia ou radioterapia. Inclusive, é possível que esses procedimentos sejam feitos em acompanhamento à cirurgia para diminuir os riscos de reincidência do tumor.

 

A radioterapia e a quimioterapia também são utilizadas quando o cancro atinge outros órgãos (câncer de mama metastático). Nesse caso, há ainda outros tratamentos com medicamentos específicos. Por exemplo, terapia alvo (age nas células com crescimento desordenado), hormonioterapia (regula hormônios femininos) e imunoterapia (estimula o sistema imunológico para combater a doença).

 

Quando descoberto em fase inicial, o câncer de mama é curável em até 95% dos casos. Entretanto, conforme o tumor evolui, as chances diminuem.

 

em caso de metástase, o câncer de mama não tem cura, mas pode ser controlado com tratamento, tendo remissão completa. Nessa situação, a mulher pode viver por até mais de uma década após o diagnóstico.

 

COMO PREVENIR O CÂNCER DE MAMA?

 

Mulheres podem prevenir o câncer de mama fazendo consultas ao ginecologista, exame clínico das mamas e mamografia. As consultas ginecológicas devem ser feitas anualmente, de preferência, logo após a primeira menstruação até a pós-menopausa.

 

Já o exame clínico das mamas é realizado por mulheres a partir dos 40 anos de idade todos os anos. Por sua vez, a mamografia precisa ser feita a cada 2 anos, por mulheres entre 50 e 69 anos. Não é preciso ter sintomas de câncer ou outras doenças mamárias para realizar o teste. Isso porque a mamografia pode detectar alterações na mama ainda em estágio inicial.

 

Contudo, há situações em que o exame é realizado em periodicidade diferente. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama precisam fazer mamografia anualmente, desde os 35 anos de idade.

 

Como já mencionado, o tumor tem mais chances de cura quando diagnosticado em fase inicial. Por isso, a mamografia é um procedimento tão importante, além de seguro. Afinal, seus níveis de radiação são muito baixos e, feito na periodicidade correta, não afeta a saúde da mulher.

 

Além disso, podemos adotar outras medidas para prevenir o câncer de mama e ter uma vida mais saudável. Por exemplo:

 

  • Manter uma alimentação balanceada, evitando o consumo excessivo de gordura;
  • Praticar atividade física;
  • Controlar o peso;
  • Abandonar o cigarro;
  • Evitar o consumo de álcool;
  • Evitar exposição à radiação ionizante. Em situação de trabalho, é necessário usar equipamento de segurança antes da exposição ao risco;
  • Utilizar anticoncepcional hormonal e TRH de progesterona e estrogênio apenas com acompanhamento médico;
  • Amamentar após o parto até os 2 primeiros anos de vida do bebê, preferencialmente.

 

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Outubro rosa:  Se prevenir é pensar no futuro.

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